Admito que utilizemos uma espécie de “dress code” da linguagem para enfatizarmos o nosso ponto, colocarmos uma marca oral naquilo que estamos a vivenciar, transmitirmos uma determinada mensagem, mas nunca para assinalarmos apenas a nossa presença no desfile, associarmos-nos a um “glamour” alheio, ousarmos a vaidade “trendy” do discurso.
É que cada vez mais vejo gente a falar do que não sabe com a convicção de um caracol a fugir da chuva e com a incoerência evidente ao virar da esquina.
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