Já só existem o preto e o branco. A expressão plástica ora da desilusão, ora do deslumbramento.
Acabaram-se as meias tintas, a poesia da metáfora, a ginástica sadia do entender e expressar a gradação.
E fica-se o agir aprisionado na desarmonia entre o ululante e o grito mudo da alma.

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