
Não há imponência nem fausto que reverta a fatalidade ferrugenta que o passar do tempo expõe.
A finitude ligada à ausência de propósito, sinaliza o colapso perante a ditadura da utilidade. Perdeu-se o espaço das prateleiras douradas das afeições.
por Gualter Pereira
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Não há imponência nem fausto que reverta a fatalidade ferrugenta que o passar do tempo expõe.
A finitude ligada à ausência de propósito, sinaliza o colapso perante a ditadura da utilidade. Perdeu-se o espaço das prateleiras douradas das afeições.
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