
O que é que nos faz sorrir? O que é que consegue penetrar a nossa carapaça, tal como os raios de sol por entre as folhas das árvores, e coloca em nós coloridos vislumbres de alegria? De onde vem o estímulo que faz brotar ideias e que fermento as faz prosperar? O que é, afinal, a vulnerabilidade do ser humano exposto à intempérie da vida ou à fortuna do momento mágico?