Respirar é indispensável para existir. A maleita contagiosa dos últimos tempos, tem dificultado esta actividade aos que são afectados e aos que, para prevenir o contágio, adoptam medidas cuidadosas de etiqueta respiratória.
Talvez seja isso que tem atrofiado a inspiração e tem dificultado o fluir de ideias arejadas, ante o vigente clima extremado, tóxico e sombrio, que se espalha à velocidade de uma peste.
Permitamo-nos oxigenar pensamentos, juízos, certezas e razões para que sejam fontes de vida. Tornemo-nos, pois, pulmões sadios de consciência e princípios, mas também de aceitação e irmandade.